O estado de São Paulo dará início na próxima segunda-feira (3) a uma ampla Campanha de Multivacinação em todos os 645 municípios paulistas, com foco principal na atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A mobilização também abrangerá a aplicação de doses de reforço contra o sarampo para pessoas de 6 meses a 59 anos nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, após a confirmação recente de um novo caso da doença na região metropolitana.
Início da Campanha de Multivacinação no Estado
O governo do estado de São Paulo mobiliza a rede pública de saúde a partir de segunda-feira (3) para a nova Campanha de Multivacinação. O objetivo principal é elevar as coberturas vacinais e proteger crianças e adolescentes menores de 15 anos contra diversas doenças que podem ser prevenidas por imunizantes disponíveis na rede pública.
Pais e responsáveis devem comparecer aos postos de saúde levando a caderneta de vacinação dos menores. As equipes médicas farão uma avaliação detalhada do histórico vacinal para aplicar todas as doses que eventualmente estejam pendentes, garantindo a imunização completa de acordo com a faixa etária correspondente e o calendário oficial.
Imunizantes Disponíveis na Rede Pública
A campanha disponibiliza um vasto catálogo de vacinas essenciais integradas ao Programa Nacional de Imunizações. Entre os principais imunizantes aplicados nos postos de saúde de todo o estado estão:
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BCG e Hepatite B
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Pentavalente e Poliomielite inativada
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Rotavírus e Pneumocócica 10-valente
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Meningocócica C e Meningocócica ACWY
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Influenza e Covid-19
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Febre amarela e Tríplice viral
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Varicela, DTP, Hepatite A e HPV
Ações Específicas de Reforço contra o Sarampo
Em decorrência da confirmação do 15º caso de sarampo em 2026 no estado — registrado no município de Guarulhos em uma criança sem histórico de vacinação —, a estratégia foi redobrada. Nas cidades de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, a campanha abrangerá também a população de 6 meses a 59 anos com a aplicação da vacina tríplice viral.
Para os bebês de 6 a 11 meses e 29 dias, a dose aplicada é tratada como “dose zero”, servindo como proteção precoce e não substituindo as doses regulares previstas no calendário oficial aos 12 e 15 meses. Dados preliminares apontam cobertura vacinal de 77,5% para a primeira dose e 65,5% para a segunda no estado, índices que ainda se encontram distantes da meta de 95% estipulada pelo Ministério da Saúde.












