No Grande Expediente da Câmara de Pinhais, o vereador Sargento Almeida (PL) comentou na tribuna sobre as eleições presidenciais. “Que a democracia seja feita. Só espero que respeitem a oposição de quase 60 milhões de brasileiros. E que Lula continue com o mesmo discurso da campanha. Pois, já estão anunciando cortes em alguns benefícios. É muito preocupante”, disse.
Emendas parlamentares
O parlamentar destacou que seu partido, o PL, em aliança com o NOVO, elegeu dezessete deputados estaduais e oito deputados federais, mais o governador do estado e dois senadores. “Já conversei com alguns deputados eleitos para, em 2027, trazerem emendas para Pinhais. Para a saúde e o novo Hospital. E vamos buscar emendas de outros partidos, também. Tenho certeza que, com a nova bancada do PL, pessoas que foram bem votadas em Pinhais, eles terão olhos muito voltados ao município a fim de ajudar nas políticas públicas para todos, principalmente, aos que mais necessitam. Estive com o governador eleito Sérgio Moro, também, para apresentar as necessidades de Pinhais. Queremos ver Pinhais mais próspera, avançando em saúde, educação, segurança pública, infraestrutura, dentro do tripé da administração pública, tanto nas esferas municipal, estadual como na federal”, destacou.
Impeachment de ministros
Aos senadores eleitos da bancada de oposição, lembrou que a expectativa é a de que não abandonem as pautas de campanha. ”Para fazerem algo diferente, as pautas precisam continuar, a exemplo do impeachment dos ministros do STF por abuso de autoridade, ativismo político e outros crimes. Todo poder emana do povo. Ministros do STF não foram eleitos pelo voto popular. Sete minutos depois do pleito, o ministro pediu o passaporte do Flávio Bolsonaro. O PT, envolvido em escândalos de corrupção como, Mensalão, Petrolão, Lava-Jato, Correios, Banco Master, só persegue opositores. Qual será o próximo grande escândalo desse governo? Mais uma semana de campanha e teríamos a promessa de 1 iPhone 18 para cada brasileiro”, ironizou.
Binga defende “pacificação” entre Lula e Moro pela governabilidade do estado
O vereador Binga (Cidadania) defendeu, nas Explicações Pessoais, a pacificação de divergências políticas e eleitorais em nome da governabilidade. “O país tem de ir pra frente, continuar. É preciso que os gestores não fiquem em choque. Moro e o presidente Lula, espero que se entendam pelo Paraná. Assim como o governador Ratinho Júnior já está possibilitando a transição de governo para o Moro sem dificuldades. Em Pinhais, a eleição ficou bem dividida. Foram 30 mil votos para o Lula e 48 mil para o Flávio, no segundo turno. Eu, por exemplo, sempre me dei bem com o PT. Não vou levar minhas divergências políticas para o lado pessoal”, pontuou.
Tielo Staes destaca respeito a democracia e um Congresso Nacional melhor em 2027
O vereador Tielo Staes, também, comentou sobre o pleito eleitoral, declarando voto em Flávio Bolsonaro, no segundo turno. “No passado, já votei no Lula, no Jair Bolsonaro, mas não voto mais neles. Meu voto no primeiro turno foi para Ronaldo Caiado e no segundo turno, para Flávio. Não por ele, mas pela maioria de direita no Senado, em especial, trazendo a esperança de um governo melhor. Mas Deus não quis, assim como a maioria do povo não quis. A democracia tem de ser respeitada. Como brasileiro e paranaense, torço para um governo maravilhoso para todos. Tenho certeza que, com o novo Senado e a nova Câmara, em 2027, acredito que fará um governo muito melhor para nós, aqui, em Pinhais”, desejou.
“A maioria mostrou que só deseja sobreviver ao invés de exigir grandeza”, avalia Ceschin
O vereador Doutor Marcos Ceschin (MDB), ao tecer comentários sobre as eleições presidenciais, no segundo turno, ressaltou que o pleito não foi, apenas, uma disputa entre candidatos. “O povo, também, esteve em julgamento em razão de suas preferências de voto. O povo conhece os problemas brasileiros, um espetáculo obscuro de escândalos de corrupção, de criminalidade. A maioria demonstrou que só deseja sobreviver ao invés de exigir grandeza, aceitando o obscurecido como inevitável e optando pela continuidade do mesmo modelo político. Nenhuma nação se destrói apenas por causa dos maus governantes, mas quando cidadãos passam a considerar a degradação social, moral e política como algo normal“, analisou.













