O evento reuniu servidores, lideranças comunitárias, conselheiros tutelares e representantes da Rede de Proteção para ampliar a divulgação do Serviço de Família Acolhedora, que oferece uma alternativa ao acolhimento institucional para crianças e adolescentes afastados de suas famílias por medida protetiva. A modalidade garante mais proximidade e cuidado, favorecendo o desenvolvimento das crianças em ambiente familiar.
A coordenadora de Alta Complexidade da FAS, Carla de Souza, destacou que o objetivo é que mais pessoas conheçam e se tornem multiplicadoras da informação. A experiência prática foi compartilhada por Priscilla de Mello, que já acolheu três crianças, e pelo coordenador da Acridas, Jefferson Nunes (responsável pela capacitação).
Além do serviço, o encontro também apresentou o Projeto Dindo, da Associação Jus Cidadania, que oferece modalidades de apadrinhamento (afetivo, em grupo ou financeiro) para crianças que vivem em instituições.
Como Participar do Serviço e Obter Mais Informações
Criado em 2019, o Família Acolhedora já atendeu mais de 100 crianças e adolescentes em Curitiba. As famílias acolhedoras recebem um subsídio mensal de R$ 998 para despesas de alimentação, higiene e transporte.
Para se tornar uma família acolhedora, é preciso preencher o cadastro no site da FAS. Os interessados passam por capacitação, avaliação psicológica e psiquiátrica conduzidas pela Acridas, que também faz o acompanhamento das famílias. O acolhimento só ocorre mediante decisão do Ministério Público ou do Conselho Tutelar (em casos de abandono, maus-tratos ou negligência).
Para obter mais informações, os canais de contato são o e-mail [email protected] ou os telefones (41) 3250-7970 e 3250-7444.







