A Polícia Civil do Paraná, em parceria com a Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe), a Vigilância Sanitária e o Ministério da Agricultura, deflagrou uma operação que flagrou dois restaurantes e um supermercado de Curitiba vendendo centenas de garrafas de vinho importadas ilegalmente. Os donos dos estabelecimentos foram presos.
O presidente da Associação Brasileira de Bares, Restaurantes e Casas Noturnas (Abrabar), Fábio Aguayo, comentou o caso, ressaltando que, infelizmente, os empresários foram vítimas de pessoas que oferecem bebidas e outros produtos sem nota fiscal, por descaminho e contrabando. A Abrabar tem alertado a categoria para os riscos de adquirir produtos de procedência duvidosa, que podem causar danos à imagem dos estabelecimentos.
Aguayo reforçou que a intenção da entidade é lutar para que os empresários “melhorem, comprem produtos em locais com procedência e rastreabilidade”. Ele mencionou a conversa com o deputado estadual Requião Filho, autor de um projeto de lei que propõe um selo de procedência para as bebidas, visando proteger os estabelecimentos de empresas ilegais e clandestinas.
A Abrabar reforça seu compromisso com a concorrência leal, a arrecadação de impostos e, principalmente, a segurança e a saúde pública. A entidade pede que a fiscalização seja estendida a todos os setores, incluindo sites como o Mercado Livre, que também comercializam bebidas.







