Museu de Curitiba expõe esqueleto da girafa Pandinha

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Museu de História Natural Capão da Imbuia inaugura a exposição "Memórias que Ficam". O destaque é a osteomontagem do esqueleto da girafa Pandinha, a mais longeva do Brasil

O Museu de História Natural Capão da Imbuia inaugurou, na terça-feira (16), a exposição “Memórias que Ficam”, que homenageia a trajetória da girafa Pandinha, ícone do Zoológico de Curitiba e a mais longeva do país, falecida aos 32 anos. A mostra, organizada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente, apresenta a osteomontagem completa do esqueleto da girafa, além de outros animais taxidermizados. Com visitação gratuita, a exposição busca promover a educação ambiental e preservar a história da fauna que viveu na capital paranaense.

A técnica de osteomontagem, que une ciência e arte para reconstruir esqueletos em posições anatômicas originais, é o fio condutor da nova sala preparada pelo museu. Além de conferir de perto a estrutura óssea da Pandinha, o público terá acesso a um vídeo exclusivo que detalha sua rotina no Zoo e os bastidores do complexo processo de montagem de seu esqueleto.

 

Atrações e educação ambiental no Capão da Imbuia

A exposição foi planejada com iluminação cênica e painéis informativos para destacar detalhes anatômicos e curiosidades sobre a vida selvagem. Além da Pandinha, o museu exibe os esqueletos de uma leoa, de uma capivara e de um muriqui-do-sul. Segundo Edson Evaristo, diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna, o objetivo é transformar a memória desses animais em uma ferramenta de aprendizado para crianças e adultos sobre biodiversidade e conservação.

 

O “meio-campo” das girafas: Piekarski e Novak

Uma curiosidade histórica recebe os visitantes logo na entrada do museu: o esqueleto de Piekarski, o macho de girafa que viveu no Zoo de Curitiba até 2016. Seu nome foi escolhido por votação popular em 1996, em referência aos jogadores poloneses contratados pelo Athletico na época. Assim como Pandinha, o esqueleto de Piekarski passou por osteomontagem e está instalado ao ar livre, servindo como um marco visual na recepção do público.

 

Planeje sua visita ao Museu de História Natural

A mostra “Memórias que Ficam” não tem data para encerramento e funciona no mesmo horário do museu. É uma oportunidade única para famílias e estudantes de biologia compreenderem a estrutura física de grandes mamíferos e a importância do trabalho de preservação técnica realizado em Curitiba.

 

Serviço: Exposição Memórias que Ficam

  • Abertura: Terça-feira (16/12).

  • Local: Museu de História Natural Capão da Imbuia (Rua Prof. Benedito Conceição, 407).

  • Horário: Terça a domingo, das 9h às 16h30.

  • Entrada: Gratuita.

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